
Jogou-se ontem nova cartada primordial nas aspirações do Sporting, no que à Liga Sagres diz respeito. Com o atraso actual, qualquer jogo terá, de agora em diante, ‘carácter decisivo’…
Sem surpresas de maior, a equipa voltou a entrar mal montada (pela enésima vez!) e repetiu na 1ª parte as sofríveis exibições das últimas semanas, mostrando na 2ª parte um pouco do que se pode conseguir mudando algumas teimosias, e fazendo os jogadores jogarem para a equipa, e não contrário, como acontece com alguns.
Na minha humilde opinião, de quem nunca treinou equipa alguma de futebol, e mais não faz do que seguir o Sporting, as suas diferentes equipas treinadas por diferentes treinadores religiosamente há mais de 25 anos, os lapsos técnicos essenciais resumem-se a:
- fraco defesa direito, que só defende e pouco.
- inenarrável defesa esquerdo, que não ataca e não defende, e joga de charuto (?!?).
- Veloso é o pior trinco do campeonato: não defende, não recupera, pisa terrenos que desequilibram a equipa e não coloca NUNCA a bola jogável ao 10 (Matias).
- Moutinho já só rende a 6.
- Vuk perde-se colado à esquerda.
- Liedson não pode jogar longe da baliza.
- a equipa é permeável nos lances aéreos, muito por culpa da deficiente ajuda dos laterais.
O mais óbvio parece ser assumir por completo que o plantel não tem valia e que, posto isto, temos que comprar um defesa direito, outro esquerdo, um trinco, e eventualmente um interior esquerdo. Nada disso – seria mais uma vez deitar dinheiro fora, quando a solução está, quase toda, no plantel. E ontem, isso comprovou-se em 45 minutos.
Os próximos parágrafos poderão deixar a entender que a 2ª parte do Sporting foi óptima. Longe disso. Foi apenas o mínimo aceitável para uma equipa que, pretensamente, é candidata ao título.
Ao intervalo, depois de uma 1ª parte má de mais para ser descrita, Paulo Bento mudou Grimi por Pereirinha. A troca pode não parecer contundente, mas foi. Saiu o pior em campo, entrou um jogador rápido, fresco e que pressiona. A equipa ficou com o seu melhor defesa esquerdo a jogar a defesa esquerdo, e com Moutinho a trinco. Numa substituição, 3 boas alterações (eu, no lugar de PBento, teria feito entrar Adrien, colocaria Moutinho como interior esquerdo a fazer 2 no meio-campo, Veloso em todo o corredor, e Vuk como interior direito, mas eu não percebo nada disso).
Como que por milagre, o Sporting passou a ter bola (em especial Matias, que considero um óptimo valor!) e o adversário, mais pressionado, deixou de sair a jogar. Com o domínio do jogo, e com individualidades superiores começou a perceber-se que a equipa podia marcar. Embora tal acontecesse numa habilidade de Matias, com inteligência de Liedson, foi apenas o fruto das alterações (na altura já com Saleiro no lugar de Postiga, e este a deambular pelas faixas laterais, onde Vuk se tinha perdido…)
Os últimos 10 minutos são essencialmente reflexo de o Sporting não ter atacado o jogo desde início, e chegar ao final a vencer pela margem mínima – a que se acrescenta a motivação dos jogadores vitorianos, bem apoiados pelo seu público.
Com confiança e espírito de vitória, o Sporting teria feito mais golos, e não recuaria depois do golo.
A exibição global voltou a ser pobre, e o resultado não permitiu ganhar pontos, nem ao Braga. O título é ainda mais uma miragem, mas já pouco importa. Ganhar uma equipa este ano já seria muito bom. Mas com estes mesmos jogadores, é possível fazer MUITO mais. Não tenho dúvidas.
Sem surpresas de maior, a equipa voltou a entrar mal montada (pela enésima vez!) e repetiu na 1ª parte as sofríveis exibições das últimas semanas, mostrando na 2ª parte um pouco do que se pode conseguir mudando algumas teimosias, e fazendo os jogadores jogarem para a equipa, e não contrário, como acontece com alguns.
Na minha humilde opinião, de quem nunca treinou equipa alguma de futebol, e mais não faz do que seguir o Sporting, as suas diferentes equipas treinadas por diferentes treinadores religiosamente há mais de 25 anos, os lapsos técnicos essenciais resumem-se a:
- fraco defesa direito, que só defende e pouco.
- inenarrável defesa esquerdo, que não ataca e não defende, e joga de charuto (?!?).
- Veloso é o pior trinco do campeonato: não defende, não recupera, pisa terrenos que desequilibram a equipa e não coloca NUNCA a bola jogável ao 10 (Matias).
- Moutinho já só rende a 6.
- Vuk perde-se colado à esquerda.
- Liedson não pode jogar longe da baliza.
- a equipa é permeável nos lances aéreos, muito por culpa da deficiente ajuda dos laterais.
O mais óbvio parece ser assumir por completo que o plantel não tem valia e que, posto isto, temos que comprar um defesa direito, outro esquerdo, um trinco, e eventualmente um interior esquerdo. Nada disso – seria mais uma vez deitar dinheiro fora, quando a solução está, quase toda, no plantel. E ontem, isso comprovou-se em 45 minutos.
Os próximos parágrafos poderão deixar a entender que a 2ª parte do Sporting foi óptima. Longe disso. Foi apenas o mínimo aceitável para uma equipa que, pretensamente, é candidata ao título.
Ao intervalo, depois de uma 1ª parte má de mais para ser descrita, Paulo Bento mudou Grimi por Pereirinha. A troca pode não parecer contundente, mas foi. Saiu o pior em campo, entrou um jogador rápido, fresco e que pressiona. A equipa ficou com o seu melhor defesa esquerdo a jogar a defesa esquerdo, e com Moutinho a trinco. Numa substituição, 3 boas alterações (eu, no lugar de PBento, teria feito entrar Adrien, colocaria Moutinho como interior esquerdo a fazer 2 no meio-campo, Veloso em todo o corredor, e Vuk como interior direito, mas eu não percebo nada disso).
Como que por milagre, o Sporting passou a ter bola (em especial Matias, que considero um óptimo valor!) e o adversário, mais pressionado, deixou de sair a jogar. Com o domínio do jogo, e com individualidades superiores começou a perceber-se que a equipa podia marcar. Embora tal acontecesse numa habilidade de Matias, com inteligência de Liedson, foi apenas o fruto das alterações (na altura já com Saleiro no lugar de Postiga, e este a deambular pelas faixas laterais, onde Vuk se tinha perdido…)
Os últimos 10 minutos são essencialmente reflexo de o Sporting não ter atacado o jogo desde início, e chegar ao final a vencer pela margem mínima – a que se acrescenta a motivação dos jogadores vitorianos, bem apoiados pelo seu público.
Com confiança e espírito de vitória, o Sporting teria feito mais golos, e não recuaria depois do golo.
A exibição global voltou a ser pobre, e o resultado não permitiu ganhar pontos, nem ao Braga. O título é ainda mais uma miragem, mas já pouco importa. Ganhar uma equipa este ano já seria muito bom. Mas com estes mesmos jogadores, é possível fazer MUITO mais. Não tenho dúvidas.
Antes de terminar, não posso deixar de dedicar um parágrafo ao nosso novel Presidente. Desde que, aquando da nomeação de Duarte Gomes para o Dragão, e consequente achincalhamento por parte do mesmo, se referiu ao abuso dizendo que tinha confiança na competência de Vítor Pereira que considero que o Sporting tem as arbitragens que pede e merece.
Sem coincidências, os voos planados transformados em penalty serão sempre os de Aimar e Saviola, e as cotoveladas e pontapés que passam impunes, os de Bruno Alves. Para nós restam arbitragens como a de ontem – um golo mal anulado a Caicedo, um mergulho de Alves que todos os comentadores dão por penalty, porque houve contacto, não interessando se o jogador vitoriano já ia em queda ou não, e um milhar de faltas, sempre para o mesmo lado, sempre bem perto da área, para testar a maior fraqueza do Sporting.
Sr. Presidente, continue a ser bonzinho para com Vitor Pereira e com os árbitros, que eles bem o merecem.
